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terça-feira, outubro 21, 2008

Para sentires na pele este Caetano ...


Aniversário

E o dia passou...
Os telefonemas do costume... amigos,
gente da família, o auscultador
a ligar fios de sangue.
"Eu estou vivo e tu também, que bom!"

Mas de um postal ilustrado,
duas pernas, ociosas, femininas,
os pés tocando a água,
lançaram, num gesto de ternura,
frescura
sobre o dia.

Poema de Carlos Carranca dedicado à Judite Babo

quarta-feira, abril 25, 2007

Em S. João da Madeira também se lutou pela liberdade.



Para lembrar estes dias, entre 25 de Abril e 1 de Maio de 1974, um pequeno poema de Carlos Carranca, sobre hora da saída dos operários das fábricas de S. J. da Madeira.



Esfuma-se o silêncio
e das sirenes
irrompem vozes estranguladas.